BATE-PRONTO
Gazeta de Limeira

BATE-PRONTO

24/10/2018 - Colunas

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PALAVRAS 1 – “Faltando pouco para o segundo turno, está à solta o chato eleitoral. É um personagem que tenta transformar qualquer conversa em discussão política para defender seu candidato” (Elio Gaspari, jornalista).
 
PALAVRAS 2 – “Projetar imagens de crianças da África em shows de rock é o que há de mais banal em marketing. Aquilo que de certa forma era ‘raiz’ em artistas como John Lennon hoje não passa de estilo ‘nutella’ em bandas milionárias” (Luiz Felipe Ponde, filósofo, ensaísta, cronista)
 
POR TODA PARTE - Por onde que se vá em Limeira, a reclamação é recorrente sobre a ausência de poda efetiva de árvores das vias públicas. 
 
PROBLEMÃO - Árvores frondosas demais escurecem a cidade – que já é escura pelo próprio padrão de iluminação da maioria de nossas ruas, causam quedas de energia quando chove forte e venta bastante porque galhos tocam na rede elétrica.
 
MUTIRÃO - Limeira está necessitando de um mutirão de poda de árvore. Mas poda realmente efetiva 
 
CRUZADA - A fala desastrada de um filho de Bolsonaro, quatro meses atrás, deu vazão SÓ AGORA a mais uma enxurrada de críticas e ataques à sua candidatura. Amplificados, claro, diariamente pela Folha e pela Globo, que jogaram há tempos o jornalismo imparcial para debaixo do tapete. E estão numa aberta cruzada anti-Bolsonaro.
 
ZZZZ!!! - Até Fernando Henrique Cardoso saiu do seu sono profundo e disse que a fala do filho de Bolsonaro “cheira a fascismo”. Besteira. Falar isso agora é fazer o jogo do partido que o ficou 16 anos criticando.
 
RECORDAR É VIVER - O mesmo FHC que, quando ganhou eleição, disse que esquecessem tudo que havia escrito antes, que chamou os aposentados de vagabundos, que patrocinou a compra de votos no Congresso para aprovar a desgraceira que foi e é a emenda constitucional da reeleição.
 
PANFLETAGEM - O Brasil está tão surreal e tendencioso na grande imprensa que a Folha trouxe domingo uma página inteira com uma entrevista, na verdade, um panfleto político-ideológico, com o roqueiro Roger Waters 
 
BOQUIRROTO - Neste panfleto, quero dizer, nesta entrevista, sem conhecer direito a história política do país, o roqueiro chama Bolsonaro, entre outras coisas, de corrupto. Coisa que nem os adversários o chamaram até hoje. 
 
VERGONHOSA OMISSÃO - Em nenhum momento, o repórter o questiona sobre o que ele acha do adversário de Bolsonaro, candidato de um partido participante do maior escândalo de corrupção da história do país, que foi o assalto aos cofres da Petrobras. Sobre isso, silêncio total.
 
GO HOME! - Vai pra casa com os milhões que ganhou aqui, Waters! Vá dar palpite na política de seu país!
 
DERROTA - Cadê a isenção e a imparcialidade que está no manual de redação dos grandes jornais? O grande derrotado nesta eleição foi o jornalismo da grande imprensa brasileira. Quando os resultados de domingo forem divulgados, quem terá credibilidade?
 
A REGULAGEM - Concordo com Dora Kramer, uma das poucas jornalistas isentas atualmente. Não importa quem ganhe a eleição. Quem vai mediar seu mandato, impedindo quaisquer tipos de radicalis


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