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Gazeta de Limeira

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26/10/2018 - Colunas

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PALAVRAS – “Sempre desconfiei de artistas com pautas políticas. Continuo desconfiando: artista falando de política é puro marketing. Artistas assim, nacionais e internacionais - você os conhece muito bem –, ganham rios de dinheiro se fazendo de ‘progressistas’” (Luiz Felipe Pondé, filósofo, ensaísta, cronista).

 

RECLAMAÇÃO - Um leitor, Jorge Luis Tonietto, reclamou a mim por correspondência a respeito do mau atendimento e até do tom de deboche que ouviu quando ligou na secretaria municipal da Saúde perguntando sobre o anúncio de que haveria contratações para a UPA do Abílio Pedro.

 

VICE-VERSA - Ele questiona algo pertinente: se há lei que protege funcionário público de mau comportamento de cidadãos, deveria haver também lei que protege os cidadãos por mau atendimento no setor público.

 

NO ESCURO - E a campanha para governador de São Paulo entra na reta final ainda indefinida. Com baixarias generalizadas e impressionantes. Vou citar aqui abaixo só duas críticas que julgo procedentes.

 

DORIA – Marcio França diz que Doria é o campeão de fazer inimigos. Que nem os caciques antigos do PSDB – FHC, Serra, Alckmin – o apoiam.

 

FRANÇA – Já João Doria fala que França é o PT camuflado em São Paulo. E que se ele, França, vencer, vai empregar petistas derrotados aqui e em outros estados.

 

BAIXARIA PESADA - A se aquilatar apenas o efeito de última hora, em extratos do eleitorado, do suposto vídeo íntimo que envolveria João Doria.

 

PAU A PAU - O resultado das urnas para o governo de São Paulo, me parece, será decidido por número pequeno de votos.

 

VOCÊ É ANTIGO (A)? – 1) Lembra-se dos carnavais de rua de Limeira quando desfilava o Bloco do Boi?

2) E os Mascarones?

3) E as Mariposas?

 

PAUTA NÚMERO UM -  O próximo presidente do Brasil precisa, urgente, é retomar o crescimento econômico. E isso só ocorrerá fazendo as reformas constitucionais necessárias. Para, com isso, destravar e atrair investimentos para gerar os milhões de empregos que foram eliminados pelo desastre de Dilma no poder.

 

NA CONTRAMÃO - Agora, vi Fernando Haddad dizendo que, se eleito, não vai vender nenhuma estatal. Ora, precisa-se diminuir o tamanho do Estado. Vender várias estatais, sim, porque além de ineficientes, são o maior foco de corrupção política.

 

SILÊNCIO - E tem mais: alguém acredita que num eventual governo Haddad ele vai querer fazer as reformas estruturais na nossa economia, assunto sobre o qual nem tocou durante a campanha eleitoral?

 

CLIMA PESADO - A se lamentar, para quem pensa num Brasil melhor, mais justo e menos dividido, é este clima belicoso, de polarização extrema que hoje existe no país e que vai continuar se o próximo presidente não se portar como um estadista.

 

CULPADO - Um dos maiores culpados pelo aumento da agressividade e do antagonismo entre brasileiros foi o ex-presidente Lula. Venceu eleições e apoiou sua sucessora sempre usando o “nós contra eles”, dividindo o país de acordo com seus interesses eleitorais. Foi presi


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