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Gazeta de Limeira

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07/11/2018 - Colunas

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PALAVRAS 1 – “Quase 90% das decisões de Moro foram confirmadas pelos tribunais superiores. Então isso esvazia o discurso de que ele foi arbitrário ou cometeu alguma irregularidade” (Fernando Mendes, juiz federal, presidente da Federação dos Juízes Federais).

 

FREIO E AMORTECEDOR - Fernando Mendes acredita que Sergio Moro, no Ministério da Justiça, terá um papel moderador no governo Bolsonaro.

 

VIROU ZOEIRA - Ficaram tão fora de controle e com nenhum nível de civilidade e respeito ao próximo as “festas” a céu aberto em Limeira, principalmente no Belinha Ometto e no Ernesto Kühl, que as forças da lei e da ordem começaram a agir. E com toda razão. Se vão conseguir, não sei. Porque tais festanças tomaram uma dimensão enorme.

 

TEMPOS DE ONTEM – Antigamente, jovens de 15. 16, 17 anos se reuniam nas garagens das casas, colocavam disco numa sonata, conversavam e dançavam. Ouviam Beatles, Credence, MPB. Refrescavam-se com Q-Suco e, eventualmente, tomando uma Cuba-Libre ou Pepperment.

 

TEMPOS DE HOJE - Hoje, reúnem-se em grandes multidões na rua, com som alto de funk, pouco se  importando se estão importunando vizinhos. E fumam e bebem de tudo. Menos Q-Suco.

 

RECORDAR É VIVER – Em 1970, no auge do governo militar e, concomitantemente, no auge do desenvolvimento econômico do Brasil (que foi chamado à época de “o milagre brasileiro”), um conjunto musical famoso na época, “Os Incríveis”, gravou uma música ufanista intitulada “Eu te amo, meu Brasil”.

 

HORDA - Em um dos versos, cantava-se: “ninguém segura a juventude do Brasil!”. Vendo esses bailes funk a céu aberto e o comportamento de parte de nossos jovens, poderíamos repetir em tom irônico: de fato, ninguém de fato segura a juventude do Brasil...

 

QUE FUTURO? - E eu me pergunto, entre triste e perplexo: qual será o futuro de largas parcelas de nossa juventude que crescem sem freios morais, sem respeito ao próximo e, principalmente, com baixíssima instrução escolar? O que será deles quando se tornarem adultos, meu Deus!

 

BOA NOTÍCIA – Dados do IBGE apontam que houve uma redução grande, de 24%, de mães adolescentes nos últimos dez anos no Brasil.

 

CLIMA ESQUENTOU - O projeto Escola Sem Partido entrou na pauta de votação no Congresso, na semana passada. E foi adiada em virtude de discussões e pressões

 

O QUE É - O Escola Sem Partido é um movimento criado há 14 anos para combater uma suposta doutrinação de esquerda de professores – e de livros – nas escolas.

 

AMPLIAÇÃO - Um deputado federal, Flavinho, do PSC, quer ampliar o projeto do Escola Sem Partido. Apresentou um novo texto, colocando nele a proibição da palavra “gênero” e da expressão “orientação sexual” em salas de aula.

 

O QUE ELE DIZ - Neste novo texto, diz textualmente o deputado: “o professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula, nem incitará seus alunos a participarem de manifestações, atos públicos e passeatas”. E completa o deputado: “o professor deve respeitar o direito dos pais a que seus filhos recebam a educa&


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