Meninos, eu vi!
Gazeta de Limeira

Meninos, eu vi!

21/10/2017 - Colunas




·        - O Brasileirão ganhou pelo menos um pouco mais de emoção após os últimos resultados. Apesar do ainda destacado favoritismo do Corinthians, agora são três os adversários que o perseguem – Grêmio, Palmeiras e Santos. Nove pontos, entretanto, são uma vantagem considerável.

 

·        - A próxima rodada dirá se o franco favoritismo do Corinthians continuará no mesmo nível. Além de torcer pela derrota do Timão, segunda-feira, frente ao Botafogo, seus adversários precisam ganhar, ganhar e ganhar. O que, no Brasileirão, é quase impossível.

 

·        - Você se lembra de Paulo Borges? E de Flávio Minuano? Eles foram autores, numa quarta-feira à noite de 1968 no Pacaembu, dos gols do Corinthians da memorável partida em que foi quebrado um tabu de dez anos em que o Timão ficou sem vencer o Santos de Pelé.

 

·        - Paulo Borges era um veloz ponta-direita do Bangu, que tinha sido campeão carioca num jogo tumultuado contra o Flamengo no Maracanã. E o presidente corintiano, Wadi Helou, pagou uma fortuna para contratá-lo na ocasião. Paulo Borges veio a falecer em 2011.

 

·        - Já Flávio Minuano era um centroavante gaúcho que veio do Internacional de Porto Alegre e que fez história no Corinthians, com cuja camisa marcou 166 gols em 232 partidas disputadas. Jogou posteriormente no Fluminense, novamente no Inter, no Santos, entre outros. Mas sua melhor fase foi no Corinthians, onde jogou de 1965 a 1969.

 

·        - Na praça Toledo Barros, havia uma lanchonete, que ficava ao lado do edifício Tatuibi, chamada Holiday, e que marcou época em Limeira. Era de propriedade do popular Lemão Bego e do saudoso Mané.

 

·        - Muito frequentada, certa noite lá estava na Holiday o jogador Cafuringa, que viera do Rio de Janeiro e ganhara esse apelido por se parecer com o famoso ponta-direita Cafuringa, que jogou muitos anos no Fluminense.

 

·        - Pois o “Cafuringa Cover”, que veio para Limeira para jogar no Galo, resmungava em voz alta numa roda de amigos a falta de pagamento de salário:

- Onde fui amarrar minha égua?

 

·        - PÉROLAS – “Se deixarem uma gaiola cair, eu mato um de vocês” (Roberto Rivellino, se dirigindo a jornalistas que foram entrevistá-lo em sua casa. O craque tinha – deve ter até hoje - como hobby a criação de curiós).


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