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Gazeta de Limeira

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12/10/2018 - Colunas

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O pote de ouro

Para milhões de devotos em nosso país, o dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, guarda um enorme simbolismo. Inúmeras manifestações de fé e, acima de tudo, de agradecimento, serão dirigidas hoje aos céus e à Basílica Nacional, unindo pessoas de diferentes classes sociais, étnicas e econômicas. Uma demonstração viva e intensa de como, na prática, deveríamos conduzir nossas vidas e nossas intenções, construindo ambientes nos quais a intolerância, o preconceito e as injustiças estariam ausentes. Particularmente tenho motivos para abrir uma nova página nesta data, todos os anos, pois exatamente em um dia como o de hoje, há muitos tempo, reafirmei meus compromissos cristãos. Reduzindo-me a nada na ordem das coisas, só assim pude enxergar um clarão jamais experimentado, o caminho estreito de Deus. Percebi definitivamente o quanto a prática, e não somente a intenção, nos corrige, estabelecendo uma sintonia fina em torno da fraternidade, do respeito ao próximo e de uma incansável busca pela paz. Sim, incansável porque, mesmo dentro das limitações de uma simples rotina de vida, sempre observamos variações e intercorrências que nos colocam frente a frente com adversidades, dúvidas e, não raramente, decepções. Ao contrário, quando pautamos a existência em compromissos mais elevados e mais íntimos, a infelicidade se torna passageira, portanto, não possui o poder de nos desviar, de nos tentar. E como já escrevi várias vezes, o comportamento humano me interessa muito. As variações de como as pessoas se comportam, quais são os seus interesses e o quanto são suscetíveis se tornaram ingredientes diários para dirigir meus passos. E quanto mais avanço nessa compreensão, mais tolerante me sinto, mais humano me vejo. Definitivamente, a arte de compreender é o antídoto do egoísmo, é o elixir do amor. Nestas eleições, as quais serão avaliadas mais adiante, muitas dúvidas foram respondidas. Do ponto de vista comportamental, entretanto, ainda vivemos em torno de estigmas, o que é lamentável, mas compreensível. Como era previsto, se até as aves mudam suas penas, ciclos se fecham e se abrem. E podem apostar, nenhuma organização humana se tornou equilibrada somente por suas crenças ou por subjugarem-se ao poder da força ou da instauração do medo. As caminhadas são longas e descontinuadas e agora, voltando ao exercício, é isso aí. Quanto mais experimentarmos, mais êxito teremos: a vida é real! Na Irlanda existem criaturas mágicas chamadas “leprechauns”, diz a mitologia. Elas são verdes e se escondem nas florestas, porém, guardam um segredo. Só através delas se encontra o pote de ouro no fim de um arco-íris. Os eleitores, por aqui, também estarão à procura de um deles até o final do mês. Que a serenidade reine até lá.


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