Indústria automobilística espera decisão rápida
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Indústria automobilística espera decisão rápida

24/05/2017 por Estadão Conteúdo

Indústria automobilística espera decisão rápida São Paulo Cleide Silva A indústria automobilística espera uma rápida decisão para a crise política atual, independente da solução a ser tomada, seja a renúncia do presidente Michel Temer, sua permanência no cargo ou um processo de impedimento, tudo seguindo a Constituição.

"O que não pode é essa situação se perdurar por muito tempo, como ocorreu no processo de impeachment da ex-presidente Dilma, que deixou o País paralisado por quase dois anos", diz o presidente da fabricante de autopeças Wabco, Reynaldo Contreira.

"Isso seria muito maléfico para o País; precisamos de uma transição rápida, precisamos virar a página.

" Por enquanto, a rotina da Wabco - que produz, entre outros itens, sistema de freio (ABS) e transmissão automática para veículos comerciais -, não foi alterada.

O executivo, contudo, teme que, a se prolongar a indefinição, "certamente vai acender a luz amarela na corporação e, diante de um cenário de insegurança, investimentos previstos para o curto prazo podem ser afetados".

O turbilhão que colocou em dúvida a permanência de Temer na presidência ocorre num momento em que o mercado de veículos, que caiu nos últimos quatro anos, começava a dar os primeiros sinais de melhora que, na previsão das montadoras, se intensificariam a partir do segundo semestre.

"O que precisamos é de previsibilidade para continuarmos trabalhando", afirma o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, que também defende a continuidade dos programas de reforma trabalhista e da Previdência.

O executivo informa já ter sentido no mercado nesses últimos dias um aumento no custo dos financiamentos e na restrição ao crédito por parte de instituições financeiras, tanto para empresas quanto para clientes que pretendem adquirir veículos.

"Mas ainda acreditamos que essa crise política possa ser momentânea.

" O diretor da Toyota, Ricardo Bastos, espera que, no máximo em 30 dias o País tenha uma definição para ser adotada até as eleições de 2018.

"Precisamos de uma rápida indicação (de saída para a situação atual), qualquer que seja", afirma ele, mesmo que depois leve um período mais longo para ser adotada.

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